Luta pelo Direito à Educação
Maimuna Jawo
Rio de Janeiro - RJ
Financiamento ColetivoEducaçãoRefugiados
R$ 16.551,89 da meta de R$ 166.183,00
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Olá, meu nome é Maimuna Jawo, tenho 18 anos e sou da Gâmbia, um país no Oeste da África que faz fronteira com o Senegal. Em 2016, cheguei ao Rio de Janeiro para encontrar minha mãe, que foi vítima de matrimônio infantil aos 13 anos. Ela foi retirada da escola para casar, interrompendo o seu sonho de seguir com seus estudos. Para conseguir estudar e buscar melhores oportunidades, ela deixou o nosso país e buscou refúgio no Brasil. Sabendo que eu me aproximava da idade em que também corria o risco de ser forçada a me casar, ela lutou para me trazer ao Brasil para viver com ela e seguir estudando.

Eu nunca tinha tido contato com o idioma Português, falava inglês e línguas locais da Gâmbia. A adaptação foi difícil, mas consegui uma bolsa integral na Our Lady of Mercy (OLM), uma escola americana bilíngue na zona sul do Rio de Janeiro. O colégio era bem longe de onde eu vivia na época, em Cabuçu, localizado no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Todos os dias, eu acordava entre 4 ha 4:30 da manhã para ir para a escola às 7:30. Não foi uma experiência fácil, mas todo o sacrifício valeu a pena: no meu último ano do ensino médio, me inscrevi e fiz as provas pra ver se consigo e consegui  13 faculdades no exterior  não apliquei aqui no Brasil porque meu português não é bom o suficiente para o nível universitário, pois estudei todo a minha vida em inglês. Escolhi Biotecnologia como meu curso.

Sou de uma família de agricultores. Embora haja terras férteis na Gâmbia, muitos alimentos são importados, como frutas e legumes. Acredito que esta situação contribui para a persistência da fome e desnutrição em meu país. Com a Biotecnologia, quero aprender a aumentar a produtividade dos alimentos, ajudar diminuir ou  mudar a vidas de muitas pessoas.

Segundo a ONU, a Gâmbia produz apenas 50% dos alimentos que consome, o que deixa o país dependente de importações. As mulheres são reconhecidas como as principais produtoras dos alimentos básicos, mas as disparidades de gênero na educação e no acesso à terra e ao crédito dificultam para elas a competição em pé de igualdade no setor agrícola.

Com todo meu esforço, fui aceita em 13 universidades nos Estados Unidos e Canadá , e depois de comparar os preços, optei por ir para a Universidade de Alberta, Canadá, pois o dólar canadense é mais barato que o dólar americano.

Infelizmente, mesmo com o dolar canadense sendo mais barato, ainda não tenho como pagar por minha educação universitária. Por isso, conto com o seu apoio para que eu possa continuar  estudando e seguir o meu sonho! Não apenas o sonho de uma mulher que deseja terminar seus estudos, mas o sonho de lutar contra a fome e a desnutrição no meu país e outros países da Africa.

Para que eu possa começar minhas aulas em janeiro, preciso solicitar um visto de estudante e, para isso, preciso provar que tenho um valor de CAD 40.000, que é a soma das mensalidades mais a hospedagem e os livros, o qual esse valor será mostrado para a embaixada.

É muito fácil participar.

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Preciso MUITO da sua ajuda.

Você pode doar qualquer valor a partir de R$ 5,00 reais, divulgar para os seus amigos e família, mandar no grupo de WhatsApp, compartilhar nas redes sociais.

Doando qualquer valor a partir de R$5,00, você contribuirá com meus estudos. Se você doar um dos valores sugeridos, como forma de agradecimento, te enviaremos um dos produtos vendidos pela minha mãe,  Mariama Bah, da marca Sabaly,  Artigos de moda e Artesanato africanos feito por Imigrantes e Refugiados.

Existem diversas productos como colares, pulseiras, turbantes, roupas, máscaras, sandálias e vários artigos personalizados com as cores da África para o Brasil com muito carinho. Podem ver o trabalho que minha Mãe faz no Instagram @sabalyoficial e @saballydesign o trabalho é muito linda mas poucos conhecem ainda e devido a pandemia as vendas baixaram considerablemente mas continuamos lutando pra nos manter em pé e por isso preciso muito da colaboração de cada um de vocês.

Você me ajuda a realizar este sonho?

Acredito que juntos podemos provar que mulheres africanas podem e devem estudar e também contribuir para mudar a realidade da fome em meu país de origem.

Preciso da sua ajuda para realizar o meu sonho, o sonho da minha mãe e o sonho de muitas meninas da Gâmbia, Afganistão e outros países no mundo

Vamos juntos?

Hi, my name is Maimuna Jawo, I'm 18 years old and I'm from The Gambia, a country in West Africa that borders Senegal. In 2016, I arrived in Rio de Janeiro to meet my mother, who was a child marriage victim at age 13. She was taken out of school to get married, interrupting her dream of continuing her studies. To be able to study and seek better opportunities, she left our country and sought refuge in Brazil. Knowing that I was approaching the age at which I was also in danger of being forced to marry, she struggled to bring me to Brazil to live with her and continue studying.


I had never had contact with the Portuguese language, I spoke English and local Gambian languages. Adapting was difficult, but I got a full scholarship at Our Lady of Mercy (OLM), an American bilingual school in the south of Rio de Janeiro. The school was far from where I lived at the time, in Cabuçu, located in the municipality of Nova Iguaçu, in the Baixada Fluminense.

Every day, I would wake up at 4 am to go to school at 7:30. It was not an easy experience, but all the sacrifice was worth it: in my last year of high school, I applied to colleges abroad and not here in Brazil because my Portuguese is not good enough for university level, as I studied all of my life in English. I chose Biotechnology as my course. I am from a family of farmers. Although there is fertile land in The Gambia, many foods are imported, such as fruits and vegetables.

I believe this situation contributes to the persistence of hunger and malnutrition in my country. With Biotechnology, I want to learn how to increase food productivity, return to The Gambia and work to change the lives of many people. According to the UN, The Gambia produces only 50% of the food it consumes, leaving the country dependent on imports. Women are recognized as the main producers of staple foods, but gender disparities in education and access to land and credit make it difficult for them to compete on an equal footing in the agricultural sector. With all my effort, I was accepted to 13 universities in the United States and Canada.

At these colleges, I received some scholarships, which were not so high, and after comparing the prices, I chose to go to the University of Alberta, Canada, as the Canadian dollar is cheaper than the US dollar. Unfortunately, even though the Canadian dollar is cheaper, I still can't pay for my college education. So, I count on your support so that I can continue to study and follow my dream! Not just the dream of a woman who wants to finish her studies, but the dream of fighting hunger and malnutrition in my country.

For me to start my classes in January, I need to apply for a student visa and, for that, I need to prove that I have a value of CAD 40,000, which is the sum of the tuition fees plus accommodation and books, which this amount will be shown to the embassy. I really need your help.

You can donate any amount starting at R$ 5.00 reais, share it with your friends and family, send it to the WhatsApp group, share it on social networks.

By donating any amount from R$5.00, you will contribute to my studies. If you donate one of the suggested amounts, we will send you one of the products sold by my mother, Mariama Bah, at Sabaly, an African fashion brand, as a way of thanking you. There are necklaces, bracelets, turbans, clothes, masks, sandals, and various personalized items in the colors of Africa straight from The Gambia to Brazil with lots of love.

Will you help me make this dream come true? I believe that together we can prove that African women can and should study and also contribute to changing the reality of hunger in my country of origin.

I need your help to make my dream come true, my mother's dream, and the dream of many Gambian girls.

Let's go together?

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Maimuna Jawo
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